Foge novamente pugilista cubano entregue pelo Brasil
O pugilista cubano Erislandy Lara, que o governo brasileiro mandou de volta para Cuba, após fugir durante os Jogos Pan-Americanos do Rio (vide Catolicismo, setembro/2007), voltou a evadir-se do “paraíso cubano” e está em Hamburgo (Alemanha). Lá revelou que em Cuba ficou submetido a dura perseguição. Ele e seu companheiro Guillermo Rigondeaux perderam tudo o que tinham, quando foram entregues pelo governo petista às garras do regime castrista. Em Cuba, foram banidos de todos os eventos esportivos, e até proibidos de obter algum emprego. Lara vendeu a única coisa que tinha, uma motocicleta, para sustentar a mulher e os filhos, que estão retidos em Cuba, e Lara não sabe como tirá-los da ilha-prisão, sendo impossível a emigração normal. (Agência Boa Imprensa – ABIM)
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sábado, 18 de outubro de 2008
Foge novamente pugilista cubano entregue pelo Brasil
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domingo, 3 de agosto de 2008
Raposa Serra do Sol - o Brasil sendo destruido...
Veja no video a seguir cenas inéditas da mega operação da Polícia Federal para amedrontar brasileiros ordeiros, trabalhadores, povo, indios e fazendeiros, destruindo o Brasil cordato, produtor e trabalhador.
1) A demarcação da Raposa Serra do Sol esta em litigio e mesmo assim foram com esse pelotão da Polícia Federal, invadindo propriedades privadas. Mesmo sem mandados judiciais... A Polícia Federal deve cumprir e fazer cumprir a lei, o presidente também deve fazer o mesmo. Uma ordem presidencial não pode passar sobre a lei do país.
2) Quanto foi gasto pelo governo de Lula com essa operação, ou seja, com dinheiro do contribuinte A população, mesmo de índios, é contrária à ação da PF, e do governo de Lula.
3) Veja os depoimentos a favor dos fazendeiros e da situação atual e, por outro lado, as invasões de propriedades feitas pela PF, mesmo sem mandado judicial (pois a questão está em litígio no STF).
4) Até os índios (na sua grande maioria) são a favor da situação atual. A Funai, a esquerda católica, o PT, o governo Lula (ligado à esquerda católica) e a PF são a favor da demarcação, desapropriação e retirada de brasileiros de suas legítimas propriedades. O título de propriedade permaneceria com o Estado, ficando aos poucos configurado o que Fidel Castro em Cuba e a China fazem... isso em pleno Brasil. Estamos indo rumo ao comunismo, com as táticas nazi-soviéticas do Governo do Lula.
5) Se acha que isto não pode continuar assim, divulgue entre os seus amigos e conhecidos, vamos divulgar o que esta acontecendo no Brasil
Seguem os links aonde pode ser visto o video...
http://www.gloria.tv/?video=x96xw9blhqmejpu212zd
ou
http://www.youtube.com/watch?v=pL604Ueot6w
ou
http://www.youtube.com/watch?v=XpYsvQnfAFY
ou
http://video.google.com/videoplay?docid=1909572800141562123
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
Promotor gaúcho diz que MST é "braço de guerrilha da Via Campesina"
Membro do Conselho Superior do Ministério Público do RS, o promotor gaúcho Gilberto Thums afirma que o MST é uma "organização criminosa" e "braço de guerrilha da Via Campesina".
O Promotor Thums – um dos que aprovaram relatório pedindo a "dissolução" do movimento – concedeu entrevista ao site Terra Magazine: "Foi constatado através de um levantamento que o Ministério Público fez, de que o objetivo do movimento não é a luta pela conquista da terra. O Ministério Público considera hoje o MST um movimento político".
O promotor explica que o MP não é contrário a nenhuma manifestação pacífica, mas que o MST já ultrapassou os limites. "Eles não têm personalidade jurídica, e se valem dessa ilegalidade e clandestinidade em que vivem para praticar os atos de vandalismo e destruição (...) Este movimento busca atentar contra o Estado Democrático de Direito", sustenta.
Confira a entrevista com o promotor Gilberto Thums na íntegra:
Terra Magazine - O relatório do Ministério Público prevê a dissolução do Movimento dos Sem Terra?
Gilberto Thums - Uma proposta é essa. Existe um conjunto de ações que estão sendo desencadeadas. Foi constatado através de um levantamento que o Ministério Público fez, de que o objetivo do movimento não é a luta pela conquista da terra. O Ministério Público considera hoje o MST um movimento político. Tanto é verdade que eles não fazem nenhuma questão de querer título de propriedade sobre lotes onde estão os assentamentos. Porque para o MST ninguém pode ser proprietário de terra, pois a terra é de todos. Quem consegue o título de propriedade tem que vender o lote para continuar no movimento.
Terra Magazine - E quais são os objetivos?
Gilberto Thums - Aqui no Rio Grande do Sul eles escolheram territórios estratégicos para ocupação. Um deles, por exemplo, fica em Nova Santa Rita. É um local estratégico. Uma granja que faz divisa com o pólo petroquímico, por onde passa um duto da refinaria (Alberto) Pasqualini e quatro linhas de redes de alta tensão que abastecem dois terços do estado do Rio Grande do Sul. Ali eles também têm acesso ao rio Guaíba. É o melhor lugar que o movimento poderia conseguir para paralisar o Estado. Para o Ministério Público o MST é um braço de guerrilha da Via Campesina. Eles não têm personalidade jurídica e se valem dessa ilegalidade e clandestinidade em que vivem para praticar os atos de vandalismo e destruição. É nítido para qualquer órgão de inteligência no mundo civilizado que tinha um processo de formação de guerrilha. Este movimento busca atentar contra o Estado Democrático de Direito, essa é a verdade.
Terra Magazine - Em que fase estão as ações do Ministério Público?
Gilberto Thums - A ação ainda não foi ajuizada. O primeiro passo foi a remoção de acampamentos. O segundo passo, a inibição de marchas em locais estratégicos. Um próximo passo, que estamos juntando material para isso, é declarar ilegal o movimento. Somos a favor da luta pela terra. Tudo que é movimento pacífico o Ministério Público apóia. Agora, este movimento perdeu o controle, está além dos limites que se aceitam num Estado Democrático de Direito. Em nenhum lugar do mundo esse movimento seria aceito com essa conformação em que está hoje. Eles se empenham hoje em atos de sabotagem contra instituições, contra as estruturas estatais. Isso não é tolerado em nenhum país civilizado do mundo. Nem na Rússia! (...) A ação principal ainda não foi apresentada. Ela está na fase do levantamento de documentos. Como alguns documentos nos estão sendo sonegados pelas autoridades, nós estamos tentando consegui-los por outros meios.
Terra Magazine - Não há terra improdutiva no estado?
Gilberto Thums - Não tem. Há um assentamento de terras que foram dadas pela União e pelo estado do Rio Grande do Sul, e dentro dele existe um acampamento. Isso é um absurdo. Inclusive, é ilegal. Sobrevoando a região se vê umas 100 casinhas que foram construídas, mas não plantaram um pé de alface. Ou seja, eles não tornam a terra produtiva, pelo contrário, eles apenas ocupam o espaço físico e abandonam para manter a ocupação territorial e continuam acampados em outras frentes.
Terra Magazine - Como haveria de fato a dissolução do movimento, já que o MST possui representatividade nacional?
Gilberto Thums - Nós (o Ministério Público estadual) não temos poderes para interferir em outros estados, mas aqui nós vamos iniciar um processo de revés contra eles.
Terra Magazine - Como?
Gilberto Thums - Nós podemos proibir o poder público de negociar com o movimento, pois vamos entendê-los como sendo uma organização criminosa, porque os objetivos não são lutas pacíficas. Qualquer pessoa que faz o que eles fazem estaria na cadeia. Se nós prendemos um ladrãozinho aí que furta um celular nós o metemos por dois anos na cadeia; se eles depredam e fazem tudo o que querem e não acontece nada, então alguma coisa está errada.
Terra Magazine - O fato de o movimento não possuir um CNPJ dificulta a ação do Ministério Público?
Gilberto Thums - Nenhuma ação indenizatória pode ser feita. Toda a ação que envolve desocupações é feita mediante identificação de cada um. Vamos partir para a responsabilização individual. Isso para efeitos penais, porque para efeitos civis não podemos fazer nada. São um movimento que aproveitam uma máscara de pele de ovelha, mas por trás, na verdade está um leão feroz. Nosso objetivo é mostrar às claras qual é o objetivo desse movimento.
Terra Magazine - Por outro lado, a defesa do MST diz ter o apoio do governo gaúcho...
Gilberto Thums - Eles podem ter até o apoio do presidente da República. Nós estamos lutando pelo império da lei. O Ministério Público não está preocupado com as autoridades que apóiam o movimento. Nós estamos usando a Constituição Federal em defesa do Estado Democrático de Direito. (...) Tivemos um supermercado depredado. A que título? O que o supermercado tem a ver com a ideologia deles? Nada. Por que não invadem o Palácio do Governo então? Qualquer cidadão que entrar num supermercado e pegar um objeto vai preso. Como é que essa gente pode entrar, depredar, invadir, subtrair e não acontece nada? Isso é uma subversão da ordem pública. As coisas se complicaram muito é pela forma de atuação.
Fonte: Diego Casagrande, 24/06/2008 17:25
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
Fracasso do MST na terra do MST!
A Brigada Militar, a Polícia Militar do Rio Grande do Sul, desmonta acampamento em Coqueiros do Sul.
Trabalho de remoção iniciou após as famílias serem identificadas e revistadas.
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domingo, 1 de junho de 2008
Cadernos apreendidos do MST revelam rotina militar
Cadernos apreendidos do MST revelam rotina militar
Em ação de busca, polícia do RS revistou grupo invasor. Além de facões e foices, foram recolhidos 'manuscritos'.
Textos contêm regras para militante em terra invadida. Terminologia é militar: 'brigada' e 'pelotão', 'guardas'...
No último dia 8 de abril, a Brigada Militar do Rio Grande do Sul realizou diligência numa fazenda assentada na localidade gaúcha de São Gabriel. Chama-se São Paulo 2. Estava sob ocupação de cerca de 800 militantes do MST.
Os policiais chegaram junto com o Sol, de surpresa. Estavam em número comparável ao de invasores. Portavam uma ordem judicial. O documento autorizava-os a revistar os pertences dos sem-terra.
Buscavam-se objetos que poderiam ter sido levados de uma outra fazenda, invadida dias antes pelo menos grupo: A Estância do Céu, pertencente a Alfredo Southall.
Confiscaram-se facões, facas e foices. Súbito, os policiais deram de cara com um lote de quatro cadernos. Traziam em suas folhas, preenchidas com manuscritos a caneta, textos em formato de diário e atas.
Continham regras a serem observadas pela militância do MST. Deve-se ao repórter Humberto Trezzi a revelação do conteúdo dos escritos. Seu relato consta da edição do domingo (18 de maio de 2008) do diário Zero Hora.
O conteúdo dos cadernos revala que os comandantes do grupo como que pressentiam a iminência de uma batida policial: "Se tiver algo que trouxe da [fazenda] Southall, favor consumir. Senão vai preso em flagrante."
A terminologia empregada nos cadernos evoca um jargão militar. Por exemplo: o grupo que cuida da organização da militância é chamado de "Brigada de Organicidade".
Há um certo "Pelotão de Apoio". Há também o 1º Pelotão do Grupo Gestor, encarregado da distribuição dos gêneros alimentícios.
Na terra invadida, revelam os cadernos, o MST organiza vigilância semelhante à de um quartel. Os "guardas" são distribuídos em turnos. As incluem crianças com mais de 14 anos. Algo que levou a Brigada Militar a encaminhar o papelório ao Minsitério Público.
Os textos orientam os invasores sobre o que deve ser dito à imprensa: "Estamos num latifúndio que não tem apoiadores!" Orienta-os também acerca das respostas que devem apor nos formulários de cadastro do Incra.
É com base nesses formulários que a autarquia do Ministério do Desenvolvimento Agrário define quem está apto a receber cestas básicas. Eis algumas das orientações dos cadernos do MST:
"[...] Não precisa se intimidar... Tem de dizer que não tem bem familiar, não tem renda porque não trabalha. Quem não tem documento, dizer que a Brigada roubou. Se tem passagem na Polícia? Não. Se já era agricultor? Sim. O que fazia há cinco anos atrás? Nada, por isso estou aqui... Tempo de acampamento? Dizer que tem mais de um ano... E assim por diante".
Os cadernos ensinam a lidar com a polícia. Fazem menção a "pedras", "trincheiras" e "bombas". Anota coisas assim: "Resistência do cenário: mais pedras, ferros nas trincheiras, alguns pontos estratégicos... cavalo apavora..."
Ou assim: "Zinco como escudo. Bombas... tem um pessoal que é preparado. Manter a linha [...]. Retorno do Pelotão 13: fazer trincheira lá atrás. Se protejam atrás, porque o pelotão que tome cuidado, atiram foguete..."
Os manuscritos revelam ainda que o MST mantém a ordem em seus acampamentos manu militari: "[...] tá roubando galinha. Quem rouba é expulso"; "[...] os rapazes foram expulsos porque roubaram da Vozinha 15 reais, não gostavam de reunião e não faziam tarefa [...]"; "[...] proposta da direção de transferir P. para outro acampamento, porque corre risco de vida. Vai ser transferido, queira ou não".
Num dos quatro cadernos apreendidos, o grupo de invasores gaúchos faz uma apreciação do movimento conhecido como "Abril Vermelho", que movimentou a militância do MST em todo país: "Nível está bom. Repercussão da ocupação está boa em sete Estados. Em Pernambuco, 23 ocupações. Oposição da PM. Ação rápida. Muita arma no acampamento. Imprensa."
A invasão (ou ocupação, como prefere o MST) da Estância do Céu, pertencente aos Southall, fora marcada pelo signo do vandalismo. Daí a decisão judicial que pôs a Brigada Militar no encalço dos sem-terra.
Em 18 de abril, PMs cercaram a propriedade, invadida havia quatro dias. Viveram-se momentos de tensão. Para evitar que a coisa descanbasse, o ouvidor-agrário do governo gaúcho, Adão Paiani, acompanhou a ação da polícia. Por fim, obteve-se uma desocupação pacífica.
Meia hora depois da saída dos militantes do MST, o ouvidor Paiani vistoriou a propriedade, acompanhado de peritos criminais. Encontrou, segundo diria depois, "marcas de vandalismo e atrocidades difíceis de esquecer".
Num poço d'água, boiavam animais. Entre eles dois gatos. "Mortos com vestígios de extrema crueldade", anotou Paiani em seu relatório. Havia fezes espalhadas por toda a casa. Parte do imóvel estava destelhada. Pelo chão, livros rasgados. Janelas foram quebradas, paredes pichadas, banheiros danificados, defensivos agrícolas derramados.
Havia mais, segundo Paiani: "Vimos ainda botijões de gás para serem utilizados de combustível, para atear fogo em caso de invasão da força policial."
Havia pior, registrado pelos peritos em fotos: uma botija de 20 litros com óleo diesel e pano para servir de estopim, uma versão gigante do "coquetel molotov".
A despeito de tudo, o MST e seus simpatizantes costumam denunciar "agressões" da Brigada Militar gaúcha.
Fonte: Blog Josias de Souza
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quinta-feira, 1 de maio de 2008
Caso Raposa Serra do Sol - Senadora rasga o verbo
Caso Raposa Serra do Sol - Senadora rasga o verbo
(Fonte Blog GPS do Agronegócio)
No último 18/4/2008, a Senadora Kátia Abreu (Dem-TO) pronunciou relevante discurso sobre o direito de propriedade e a soberania nacional.
Depois de congratular-se com o General Heleno pela sua coragem, a senadora salienta que o Estado de Roraima está sendo fortemente prejudicado em seu progresso econômico.
Segundo ela, a questão Raposa Serra do Sol tornou-se alvo de polêmica. Hoje, isso se dá em Roraima, mas vem acontecendo também em Mato Grosso do Sul, em Mato Grosso, no Pará, e, daqui a pouco, poderá ocorrer em Tocantins.
Em Roraima, há 18 mil índios e 1,7 milhão de hectares de área contínua de reserva, com várias etnias. Tal reserva está na divisa com a Venezuela, que também possui uma reserva indígena do outro lado, com a mesma etnia, com os mesmos familiares ianomâmis.
Trata-se de área contínua não apenas brasileira, mas que se estende pelas Guianas e pela Venezuela. É essa possibilidade, é esse perigo que o General Heleno quer mostrar para o Brasil.
Roraima cujo território é do tamanho de São Paulo tem hoje 93% de sua área em reserva indígena e em unidade de conservação ambiental, restando à população apenas 7% para a produção agrícola e industrial.
Toda a polêmica dos arrozeiros da Raposa Serra do Sol diz respeito a apenas 14 mil hectares. O que eles reivindicam é menos de 1% da área, ou seja, 0,68% da área de 1,7 milhão de hectares. Será que é tanto assim?
Também chama a atenção para os 14 mil hectares reivindicados pelos rizicultores, pois na verdade eles se transformam em 24 mil hectares, pois são duas safras anuais. Talvez, seja o único segmento organizado e produtivo daquele Estado, que é menos de 1% da reserva indígena, e ainda o querem expulsá-los da região.
Mostra ainda que para a Reforma Agrária o INCRA estabelece um módulo rural para a família toda. O módulo varia por Estado sendo o de Mato Grosso o maior deles, com 100 hectares. Para cada índio são destinados 250 hectares, independentemente da idade, se é idoso ou bebê.
Muitos se enganam, acreditando que o Brasil é retalhado por grandes propriedades rurais. Há cinco milhões de propriedades rurais no País – cinco milhões! – e um milhão de propriedades comerciais. Se unirmos o Canadá, os Estados Unidos, a Austrália e a Argentina, os quatro países juntos têm 2,7 milhões de propriedades rurais.
Então, a média da propriedade rural brasileira é menor do que a destinada a cada índio brasileiro!!!
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quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Carta aberta ao Senador Pedro Simon
Apresentamos a seguir o documento. O título é meu.
Senhor Senador Simon:
Seu "sacrifício" beneficia a quem, realmente?
Recife, 27 de novembro de 2007.
Senhor Senador:
Li, com bastante admiração, para dizer o mínimo, que o senhor decidiu se "sacrificar" pelo seu estado e votar a favor da prorrogação da famigerada CPMF em troca da liberação de dinheiro, por parte do Governo Federal, para o governo do RS.
Fiquei sem entender, ou talvez entendendo até demais. Há, pelo menos, duas coisas muito sérias e graves a serem consideradas nessa sua afirmação:
1ª – Se esse dinheiro é, de direito, destinado ao Rio Grande, se o governo federal o estava prendendo ou sonegando, isto configura uma chantagem sórdida que teria de ser denunciada a altos brados; uma chantagem a que nenhum governo decente pode se sujeitar. Com razão o povo o esquecerá nas urnas após serem submetidos a esta humilhação desnecessária e acachapante.
Se não era direito do estado e foi usado como resgate de um voto, foi a barganha mais vergonhosa já praticada, principalmente por um senador que sempre foi considerado íntegro. Põe o Rio Grande e seu bravo povo de joelhos escandalosa e humilhantemente. Nesta hipótese, o senhor não vendeu apenas a sua alma, negociou a alma de todo o povo gaúcho.
2ª – O senhor afirma que está se "sacrificando", portanto reconhece que este povo a
quem devia estar representando não lhe perdoará a traição e não o reconduzirá ao Senado nas próximas eleições. O senhor sabe que o povo gaúcho, assim como todo o povo consciente brasileiro não gosta, não quer e não precisa deste maldito imposto apelidado de contribuição. É um imposto tão covarde que não se assume e que tem se sustentado de mentiras e, com mentiras, tem sustentado os desmandos e irresponsabilidades de um desgoverno absurdamente danoso ao país.
Então, senador, se o povo não vai gostar, é porque não é bom para o povo. Aí cabe a pergunta:
- Esse seu "sacrifício" beneficia a quem, realmente?
- Quem jogaria fora toda a mordomia do cargo de senador por algo que o povo odeia e que não traz, à nação, o benefício para o qual foi criado?
- Qual é a verdade por trás desse seu "sacrifício"?
- Quem seria o verdadeiro beneficiário desse seu imenso "sacrifício"?
Estou enviando para todos os senadores e para a internet.
Nós, os brasileiros sérios, estamos de olho.
Assine conosco e repasse para suas listas
Ester Jaqueline Azoubel
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segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Denúncia: polícia em Cascavel revista fazenda, durante a noite
Em busca de armas, propriedade é vistoriada pela polícia. Área invadida pelo MST é intocável.
O produtor Ricardo Mascarello informou que por volta das 22h00 do dia 21 de outubro dez veículos policiais circularam pela sua propriedade. A Fazenda Quatro Irmãos fica a 10 quilômetros da fazenda experimental da empresa Syngenta Seeds. 'Os policiais revistaram a minha fazenda em procura de armas. Disseram que houve denúncias de sem-terra de que, na minha propriedade, estava parte das armas usadas no tiroteio ocorrido na Syngenta. Todas as casas e cantos foram revistados e não foi encontrado nada', informou.
Após a vistoria, Mascarello dirigiu-se à chefia da Polícia de Cascavel e reivindicou que os policiais também fossem vistoriar os sem-terra, acampados na área da Syngenta. 'Disseram-me que não poderiam ir ao acampamento dos sem-terra porque lá é muito complicado e precisam de ordem judicial para fazer a vistoria', contou.
Fonte: Boletim Informativo 981 da Federação da Agricultura do Estado do Paraná http://www.faep.com.br
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domingo, 18 de novembro de 2007
Arrozeiros: Lula vai sujar as mãos aqui em Roraima
Casa Civil confirma: fazendeiros serão retirados da Raposa Serra do Sol. Polícia Federal será acionada. Arrozeiros responsabilizam governo Lula por futuras tragédias.
A Casa Civil da Presidência da República confirmou que será concluída ainda este ano a retirada de não-índios da Terra Indígena Raposa Serra do Sol. O prazo para saída dos fazendeiros que estão no local terminou em abril de 2006. De acordo com o coordenador-executivo do Comitê Gestor Interministerial responsável pelo acompanhamento da homologação da terra indígena, José Nagib Lima, da Casa Civil, a prioridade é retirar da reserva as fazendas produtoras de arroz.
Conforme Nagib, a Polícia Federal será acionada para acompanhar técnicos da Funai e do Ibama na retirada dos produtores. Não foram divulgados dados da operação.
O presidente da Associação dos Arrozeiros, Paulo César Quartiero, anunciou que os produtores resistirão. "Se a Polícia Federal aparecer lá sem mandado judicial, nós vamos enfrentar ela".
Mas de acordo com Paulo César Quartiero, há seguranças pagos dentro das fazendas na região para evitar "invasão das propriedades pelos índios". "Eles estão constantemente tentando invadir as propriedades da gente. Então, evidentemente que nos vamos nos defender. Vamos nos defender, sim, da maneira que for possível", afirmou.
O presidente da Associação dos Arrozeiros responsabiliza o governo por eventual conflito violento. "Esse governo Lula vai sujar as mãos aqui em Roraima. Ele não vai dizer que não sabia, porque ele sabe. As ordens emanam diretamente do presidente. Depois o Lula não vai dizer que não sabia. Ele vai sujar as mãos aqui em Roraima e a responsabilidade do que acontecer aqui vai ser do presidente Lula".
O Ministério da Justiça, responsável pela Funai e pela Polícia Federal, não comentou sobre a possibilidade de incidente. Por e-mail, o secretário-executivo Luiz Paulo Barreto disse que o ministério "está buscando uma solução negociada, mas que a lei será cumprida, como não pode deixar de ser". Fonte: ABr/Gilberto Costa/ Da Rádio Nacional da Amazônia, 6.11.2007
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domingo, 11 de novembro de 2007
O triângulo PT, MST e crime organizado
Sepulveda da Fonseca, Radar da Mídia
http://radardamidia.blogspot.com/
A impunidade está triunfando no País! E sendo implantada pelo PT do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E com a conivência deste.
A cada dia fica mais claro que o MST (verdadeira milícia revolucionária do campo) pratica seus atos em profunda conivência com o PT e as autoridades.
No Pará, a governadora Ana Júlia Carepa (PT) instituiu oficialmente a impunidade para as ações gravemente ilegais de sem-terras e grupos do crime organizado. E está abrindo caminho para a guerrilha ideológica.
Ameaças, crimes de extorsão, mortes
O promotor Daniel Barros advertiu a governadora que no Pará "está-se confundindo reforma agrária com crimes de extorsão, dano ao patrimônio, ameaças, lesões corporais e mortes". E, num contra-senso gritante, tudo com a proteção da autoridade máxima do Estado.
A reportagem da revista Veja (7.nov.07), intitulada Faroeste no Pará, fala por si:
"Hoje, a área, equivalente à do estado do Rio de Janeiro, abriga um dos maiores rebanhos do país. A economia floresceu, os investimentos chegaram e o preço do hectare dobrou desde 2004. Agora, uma onda de conflitos agrários e um surto de banditismo ameaçam interromper o desenvolvimento. Vinte e cinco fazendas já foram invadidas. Vinte delas ainda estão ocupadas e oito foram destruídas. A Justiça concedeu mandados de reintegração de posse a nove fazendeiros. Nenhum deles foi cumprido, porque a governadora Ana Júlia Carepa, do PT, editou uma portaria proibindo a polícia de interferir nos conflitos agrários. Pasme, mas é isso mesmo. A medida define esses casos como "conflitos sociais" e estabelece que eles devem ser dirimidos exclusivamente por uma delegacia de assuntos fundiários ....
A decisão da governadora beneficiou não só os sem-terra como também três quadrilhas de malfeitores que aterrorizam o sul do estado. Esses bandos invadem fazendas e cobram resgate dos seus proprietários. Quando não recebem o dinheiro, matam animais, queimam pastos e arruinam edificações. ....
Em meio à impunidade, uma recém-criada organização de sem-terra começou a aterrorizar a região: a Liga dos Camponeses Pobres, que mantém relações com remanescentes do Sendero Luminoso, o grupo terrorista de orientação maoísta que matou 30.000 pessoas no Peru nas décadas de 80 e 90. Os integrantes da liga andam encapuzados e armados. Dois deles contaram que a organização funciona com o dinheiro que cobra de pessoas interessadas em ganhar lotes da reforma agrária. ....
Os crimes dos bandoleiros e dos sem-terra, combinados com a impunidade assegurada pelo governo do PT, levaram fazendeiros a contratar empresas de segurança. .... "É a única alternativa que temos, porque o pouco de presença de estado que existia aqui desapareceu", afirma a presidente do Sindicato Rural de Redenção, Rosangela Hanemann. O Pará da governadora Ana Júlia Carepa é uma terra sem lei".
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
China finca o pé no Paraná de Requião
Requião recebe comitiva chinesa de "província-irmã" do Paraná
Visita foi para reforçar os laços de amizade com a China comunista
O governador Roberto Requião recebeu do dia 5 de novembro uma comitiva da província chinesa de Zhejiang, liderada pelo governador Si Xinliang. (Foto: Theo Marques – SECS )
Além de comércio, a visita foi “para reforçar os laços de amizade e o intercâmbio técnico entre o Paraná e Zhejiang, províncias-irmãs, desde 2003.”
O que se pretende com esta visita: fomento das relações econômicas ou “reforçar laços de amizade” entre o Paraná e a China? Pela notícia, ficamos sabendo que o Paraná e Zhejiang são províncias-irmãs. Que significa este relacionamento, em matéria de infiltração ideológica da China comunista no Paraná?
O governador mostra-se entusiasmado com o relacionamento com a China, atribuindo a este país o feito de “impulsionar a piscicultura no Paraná”. Requião, que já esteve duas vezes em Zhejiang, explicou à comitiva que, em seu primeiro governo, sete técnicos chineses especialistas em peixes estiveram no Paraná para prestar consultoria. “A província de Zhejiang foi a responsável por impulsionar a piscicultura no Paraná”, disse o governador.
A comitiva, formada por representes das secretarias de economia, construção, relações internacionais e agência de fomento, convidou o governador para voltar à China. Também participaram da reunião os secretários da Agricultura, Valter Bianchini, e o da Indústria e Comércio, Virgílio Moreira Filho. O secretário Valter Bianchini explicou que, no Paraná, existem 340 mil pequenas propriedades e que 90% delas têm até 50 hectares. “Nossos acordos atuais estão firmados na exportação de soja não-transgênica e frango. Mas como este novo convite para visitar a província, talvez possamos ampliar a exportação de produtos”, disse.
Fonte: AEN Agencia Nacional de Noticias, www.aenoticias.pr.gov.br
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Em Alagoas, MST inicia método cubano de alfabetização
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST deu início, no dia 5 de outubro, ao projeto de capacitação dos educadores da Reforma Agrária, através do método cubano de Alfabetização, “Sim, eu posso”.
Com o apoio do Governo do Estado de Alagoas, o projeto conta com a participação de 120 educadores do campo (assentados e acampados) e com a participação de um profissional de Cuba além de técnicos da Secretaria Estado da Educação, Ufal, MST e demais organizações parceiras. A abertura do projeto de capacitação aconteceu no Centro de Formação (Cepa), onde o curso será realizado.
O secretário do Gabinete Civil, Álvaro Machado, representou o governo do Estado e ressaltou a importância do aprendizado na formação de uma sociedade justa. “É com grande satisfação que o Governo de Alagoas participa como parceiro desta empreitada. Quando o projeto foi colocado em pauta,nas nossas reuniões com os movimentos sociais, decidimos estudá-lo e abraçá-lo. É preciso que exista união no combate incessante ao analfabetismo, colocando em prática ações possíveis de serem realizadas”, afirmou Álvaro Machado. Segundo o secretário, a viabilização do projeto foi acompanhada de perto pelo governo do Estado através de reuniões no Gabinete Civil e discussões sobre o tema. “É preciso ir além do que hoje achamos que é possível. É preciso fazer o impossível.
A proposta do MST foi bem vista pelo governo do Estado e por isso nós a abraçamos. Hoje se inicia o projeto piloto, mas vamos estudar a possibilidade de ampliar este projeto, fazendo com que os projetos para jovens e adultos também cheguem a cada pessoa no campo. O governo Teotonio Vilela Filho tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população, unindo forças em nome do Estado e da sociedade”, ressaltou.
A representante do MST, Débora Nunes, reforçou a importância da capacitação através do método cubano e avaliou o trabalho realizado pelo governo. “Nós temos a clareza da nossa responsabilidade na sociedade. Vamos trabalhar junto ao governo do Estado para acabar com o analfabetismo em Alagoas. O programa ‘sim, eu posso’, é só o início. Temos que agradecer ao governo esta parceria cada vez mais forte e por estar contribuindo para essa capacitação”, disse.
Fonte: Agência Alagoas (http://gazetaweb.globo.com/Canais/Noticias/Noticias.php?n=140757)
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domingo, 28 de outubro de 2007
Nova denúncia contra MST: movimento guerrilheiro?
Nova denúncia vem a lume em matéria estampada pela "Folha de São Paulo" (27/10/2007). O fato é notório. O MST começa a apresentar táticas de guerrilha, onde o amadorismo na arte de invadir e dominar o adversário deve ser excluído.
Aliás, por ocasião do 5º Congresso Nacional dos Sem Terra, realizado em Brasília em maio deste ano, comentou um jornal paulistano: “O grau de organização estrutural e a eficiência dos serviços de intendência desse movimento são de causar inveja a qualquer instituição militar — especialmente em se tratando de uma entidade ilegal, porque não registrada, não prestante nem obediente ao ordenamento jurídico nacional”.
Vamos ao texto da denúncia.
Grupo de elite do MST prepara as invasões no RS
SIMONE IGLESIAS
da Agência Folha, em Porto Alegre
28/10/2007
Com base em investigações e depoimentos de testemunhas, a Agência de Inteligência da Brigada Militar detectou a atuação de uma espécie de grupo de elite do MST, armado e encapuzado, durante invasões de fazendas no interior do Rio Grande do Sul. O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) nega.
Segundo a Brigada Militar, grupo de aproximadamente dez homens armados faz batidas antes das invasões, geralmente de madrugada, para expulsar caseiros, capatazes ou famílias que estão no local.
Esse grupo foge do local antes de, algumas horas mais tarde, chegarem os ônibus com famílias de sem-terra --carregando instrumentos de trabalho como enxadas e foices-- para a invasão propriamente dita.
Um tenente da Brigada Militar, que preferiu não se identificar, afirmou que a polícia não consegue deter o grupo armado porque as propriedades invadidas são de difícil acesso, o que dificulta o flagrante. Segundo ele, os homens chegam armados com revólveres e espingardas, mas também pegam armas dos fazendeiros e capatazes.
A presença desse grupo armado passou a ser investigada neste ano, a partir do relato de testemunhas. A atuação do grupo de elite limpa o terreno e facilita a entrada dos invasores, segundo a polícia, e ainda permite que os representantes do movimento digam que a tomada da fazenda foi feita por famílias desarmadas.
O modus operandi descrito pela Agência de Inteligência é rejeitado pelo MST. O movimento nega que atue dessa forma ou que pessoas ligadas ao movimento entrem com armas de fogo nas fazendas. Os conflitos entre polícia, ruralistas e sem-terra vêm se acentuando no Estado neste ano. Ficaram feridos 33 sem-terra, 8 policiais e nenhum ruralista.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Entoando gritos de guerra, MST desafia justiça
Marcha do MST enfrenta Brigada Militar
LEANDRO BELLES
Zero Hora, 24/10/2007
A Brigada Militar (BM) impediu ontem com tiros de balas de borracha a progressão de um dos flancos da marcha tripla do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em direção à Fazenda Coqueiros, no norte do Estado.
Rechaçados pela BM, ao final da tarde, depois de sete horas de tensão, os 350 sem-terra decidiram acampar próximo ao limite entre os municípios de Sarandi e Almirante Tamandaré do Sul. É neste ponto que se inicia a área onde MST não pode circular, por decisão da Justiça.
O grupo bloqueou o km 147 da rodovia que liga Sarandi a Carazinho (BR-386). Por volta das 11h30min, o MST - que estava a apenas 30 metros da barreira formada pela polícia - tentou avançar e foi impedido. Por isso houve um confronto. De um lado policiais usaram bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes. Do outro, integrantes do MST - armados com foices e facões - usaram fogos de artifício e pedras. O embate durou poucos minutos e resultou em oito sem-terra atingidos por balas de borracha. Eles foram atendidos no pronto-socorro de Sarandi.
- Nosso objetivo é a fazenda e vamos chegar até lá - disse um dos líderes do MST, que confessou ter se surpreendido com a atuação da polícia.
No início da tarde, o subcomandante-geral da BM, coronel Paulo Roberto Mendes, chegou ao local para tentar resolver o impasse. Dezenas de veículos formavam um congestionamento ao longo dos dois lados da BR-386. Mesmo com o forte calor, os manifestantes permaneceram na estrada. As horas seguintes foram marcadas por demonstrações de força. Sem-terra entoavam gritos de guerra, enquanto os policiais respondiam gritando o nome de seus batalhões. Ao final da tarde, houve um encontro entre as partes para se decidir sobre o desbloqueio da pista. O MST queria acampar em uma área às margens do Rio Turvo, no limite entre Sarandi e Almirante Tamandaré do Sul, mas o pedido não foi atendido pela BM.
- Nós estamos cumprindo a lei e não vamos permitir que o MST passe do limite estabelecido pela Justiça - avisou o coronel Mendes.
Impedidos, os manifestantes tiveram de retornar ao acampamento erguido a quatro quilômetros do local. Esperam o resultado de uma audiência prevista para hoje, às 14h, que deve reunir representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e governo federal, na sede do Ministério Público Federal, em Passo Fundo.
Outras duas marchas do MST avançam lentamente em direção à Fazenda Coqueiros. Uma está acampada às margens da RS-324, a um quilômetro do centro de Passo Fundo. A terceira marcha está na cidade de Victor Graeff, e, hoje, deve seguir até Não-Me-Toque.
E-mail do autor: leandro.belles@zerohora.com.br
LEANDRO BELLES Almirante Tamandaré do Sul
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sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Brasil precisa um BOPE para a política
Maria Lucia Victor Barbosa
Confesso que não gosto de filmes brasileiros e, portanto, não os assisto. A arte ou seu arremedo sempre retrata a cultura de uma dada sociedade, e emprego aqui o termo cultura no sentido do complexo de valores, comportamentos e atitudes sociais. Nesse sentido nossos filmes mostram nossa visão de mundo, exaltando o que nos é caro: anti-valores e anti-heróis. Vão da glamourização dos bandidos transformados em mocinhos a satanização dos mocinhos transformados em bandidos. E as chamadas obras cinematográficas, produzidas comodamente à sombra do governo, normalmente apelam para a pornografia, transformando em lixo o que poderia ser arte.
O mesmo se dá com novelas, influentes meios de moldar comportamentos, onde a glorificação do mau-caratismo é comum sendo que os vilões é que empolgam os telespectadores. Além do mais, através dos folhetins eletrônicos é possível passar, de forma subliminar, a ideologia do poder político do momento. Exemplifico com a novela Paraíso Tropical, que resvalava, sem que a grande maioria o percebesse, para um tipo de doutrinação relativa a luta de classes e para o incentivo do preconceito do negro contra o branco (recorde-se que uma ministra do presidente Lula da Silva afirmou não ser preconceito o negro hostilizar e odiar o branco, porque esse é um direito da raça negra). Na novela, várias vezes Bebel, a prostituta, chamou sua rival de branca azeda e de outros termos depreciativos, além de fazer críticas à posição social da loura, noiva do personagem Olavo. Fico imaginando se a “branca azeda” retrucasse com algum insulto relativo aos negros. Provavelmente a Rede Globo seria processada e o autor da novela preso sob a acusação de crime hediondo e inafiançável.
Mas se não gosto de filmes nacionais acabei abrindo uma exceção e fui ver "Tropa de Elite". Sai do cinema impressionada. Pela primeira vez descortinava-se na pobreza da cinematografia brasileira algo de valor, realista, sem o vezo esquerdopata que só atribui direitos aos bandidos e os trata como coitadinhos, que por serem vítimas da sociedade são livres para cometerem crimes bárbaros que sempre devem ser perdoados.
"Tropa de Elite" passou longe do insuportável pieguismo do politicamente correto. Mostrou com crueza e clareza o cerne da violência urbana ligada ao narcotráfico, mantido por usuários de drogas muitos dos quais pertencentes a juventude dourada da zona sul, do Rio de Janeiro. Vestidos de branco, eles participam de passeatas em nome da paz enquanto alimentam o tráfico. Dotados de “consciência social”, fazendo parte de ONGs, sobem o morro para hipocritamente fazer suas “caridades”, enquanto cheiram e compram cocaína e outras drogas para consumir e vender.
Significativamente o filme mostra jovens consumidores de drogas como estudantes de Direito. Eles deveriam ser dotados de consciência legal, mas odeiam a polícia que reprime os companheiros do tráfico. Ironicamente, os bons-mocinhos e mocinhas, amigos dos traficantes, pagarão caro por suas “bondades”. Um dos rapazes será supliciado no “micro ondas” (tortura das mais cruéis que consiste em colocar a pessoa dentro de uma pilha de pneus e atear fogo para queimá-la lentamente). Uma das moças será morta à tiros. Tais cenas mostram que bandido não tem escrúpulos nem piedade, o que torna impossível que policiais tratem tais criminosos bestiais com flores e afagos.
Para enfrentar as bestas-feras, encasteladas nos morros, só o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Rio de Janeiro. Seus policiais passam por treinamento extremamente rigoroso e não estão contaminados pela corrupção que envolve parte da polícia que se rendeu ao sistema. Nesse sentido o termo elite relacionado à tropa está correto e não deturpado pela esquerda petista, pois elite não significa “ricos malvados”, mas produto de qualidade, podendo existir elites econômicas, políticas, intelectuais, etc., que são grupos que se destacam na sociedade por seu padrão de excelência.
Referindo-se ao sistema o capitão Nascimento, figura de herói (aquele capaz de dar a vida por sua causa e não um jogador de futebol) representada magistralmente pelo ator Wagner Moura, coloca a mensagem mais importante do filme, aquela que todos no íntimo sabem, mas fingem ignorar: “ou o policial se corrompe, ou se omite, ou vai para a guerra”. O capitão Nascimento sabe que poucos como ele irão para a guerra, e que a luta pode parecer inglória diante do sistema, mas tem consciência de que, não obstante a escolha que pode ser paga com a vida, o Bope faz a necessária diferença.
No momento político que atravessamos, onde os Poderes Constituídos estão mais apodrecidos do que nunca, mais corruptores e corruptos do que nunca, mais cínicos do que nunca, que já não se sabe quem é autoridade e quem é bandido, que não existem oposições para valer e partidos se entregam ao Executivo como manda a ministra do turismo, relaxando e gozando, ou surge um “Batalhão de Operações Políticas Especiais”, ou estamos de vez derrotados pelo sistema.
E-mail da autora: mlucia@sercomtel.com.br
Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Atos criminosos do MST continuam. Até quando?
Nos últimos dias, chegam notícias de atos criminosos praticados por integrantes do MST, de Norte a Sul do Brasil. Desde a derrubada de árvores até a destruição de tratores, tudo está permitido para esta organização, cujos membros foram recentemente acusados de “bandidos sem personalidade jurídica”.Bandidos, porque agem contra a lei ou burlando-se dela, e sem personalidade jurídica, porque efetivamente o movimento é “sem papéis”: não tem registro legal e, portanto, não existe frente ao Estado e às leis nacionais. Não pode ser responsabilizado civil e criminalmente. Isso não impede, porém, que recebam ajuda direta e indireta de meios governamentais.
E qual é a última dos bandidos sem papéis? A própria “Agência Brasil”, porta-voz do governo federal, encarrega-se de transmitir a notícia, informando sem nenhuma crítica que “integrantes do MST ocupam Estrada de Ferro Carajás em ato contra a Vale do Rio”.
A Estrada de Ferro Carajás transporta todos os dias 250 mil toneladas de minério de ferro e aproximadamente 1,3 mil passageiros, além de ser responsável pela distribuição do combustível que abastece as cidades do Sudeste do Pará.
De bandidos a guardiões do meio ambiente?
Pela voz dos seus representantes, ficamos sabendo que os membros do MST trocaram de camiseta e agora devem respeitados com guardiões do meio ambiente. Segundo o integrante do MST Charles Trocate, a estrada foi escolhida para a manifestação pelos danos que a companhia causa ao meio ambiente na região. "Aqui, a Vale do Rio Doce não deixa outra coisa a não ser buracos, com um conseqüência desastrosa ao meio ambiente".
Impunidade e tolerância para com atos ilegais
Os atos do MST e congênceres estão sempre acompanhado de tolerância e de impunidade, por parte de autoridades envolvidas.
A empresa “Vale do Rio Doce informa que há 10 dias comunicou a Justiça Federal de 1ª instância a ameaça de invasão. No último dia 8, uma liminar impediu "qualquer ato atentório" à estrada, estipulando multa individual de R$ 100 por dia. O documento, conforme a companhia, foi entregue aos moradores na segunda-feira (15).
O juiz Arthur Pinheiro Chaves autorizou "reforço policial para a execução da ordem, oficiando a Polícia Federal e a Polícia Militar para que dessem auxílio ao aparato da Polícia Judiciária Federal para o cumprimento da diligência". A Polícia Militar do Pará já foi notificada. "Até o fim da tarde do dia 17, porém, nenhuma providência havia sido tomada para que a ferrovia fosse liberada".
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quarta-feira, 17 de outubro de 2007
O tirano sanguinário que se chamava Che Guevara
A verdadeira fisionomia do comunista argentino Che Guevara está aparecendo, embora certa mídia e meios governamentais ainda insistem na mistificação deste guerrilheiro cruel e sanguinário.
Artigo de Rafael Estefanía difundido pela BBC Brasil.com (7/10/200) informa que “novas biografias expõem o 'lado negro' de Che, baseadas em depoimentos de pessoas que conviveram com ele, destoam das memórias enaltecedoras que marcam as comemorações dos 40 anos da morte do guerrilheiro”
Fuzilem o filho desta senhora!
O ex-agente da CIA (agência de inteligência americana) Félix Rodríguez, que participou da captura e do interrogatório de Che na Bolívia, conta um caso que sugere que o líder guerrilheiro era implacável, até mesmo cruel, com os que não apoiavam a Revolução.
“Há 20 anos, uma mulher se aproximou de mim, em Paris, e me contou como o seu filho de 15 anos foi condenado à morte por escrever contra o governo de Fidel Castro”, disse Rodríguez.
“Ela conseguiu uma audiência com Che e lhe implorou que deixasse seu filho viver. Era uma sexta-feira e a execução estava prevista para segunda. Quando Che perguntou o nome do rapaz, a mãe acreditou ter conseguido salvar a vida do filho. Ele girou a cabeça e, dirigindo-se a seus soldados, gritou: 'Fuzilem o filho desta senhora hoje mesmo para que ela não tenha que esperar até segunda-feira'“, disse o ex-agente da CIA.
O rosto escondido de Che
Outro biógrafo de Che, o jornalista cubano Jacobo Machover, autor do livro El rostro oculto del Che, também destoa das retrospectivas que enaltecem o líder revolucionário no 40º aniversário da sua morte.
Na biografia, Machover fala sobre o período mais obscuro da vida de Che, quando ele foi colocado à frente de uma “comissão purificadora” de uma prisão em Havana que, entre outras funções, supervisionava execuções. Durante esse período, segundo Machover, pelo menos 180 pessoas foram fuziladas depois de ser submetidas a julgamentos sumários presididos pelo próprio Che.
Para ler todo o artigo de Rafael Estefania clique http://service.gmx.net/de/cgi/derefer?TYPE=3&DEST=http%3A%2F%2Fwww.bbc.co.uk%2Fportuguese%2Freporterbbc%2Fstory%2F2007%2F10%2F071005_che_despota_cg.shtml
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sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Na ilha-prisão de Fidel, blogueiros denunciam regime
Isso acontece porque cubanos como ela não estão autorizados a usar as conexões de Internet do estabelecimento, reservado a estrangeiros.
Em um post recente no blog "Generación Y" , Sanchez escreveu sobre a presença abundante de policiais em patrulha pelas ruas de Havana, verificando documentos e realizando buscas em bolsas à procura de produtos contrabandeados.
Ela e um punhado de outros blogueiros independentes estão abrindo uma fresta no severo controle do governo sobre a mídia e a informação, para dar ao resto do mundo um vislumbre da vida em um Estado comunista onde partidos de oposição são proibidos.
"Estamos aproveitando uma área que ainda não está regulamentada. Eles não conseguem controlar o ciberespaço", afirmou ela. Mas as dificuldades sãomuitas. Quando chega ao hotel, Sanchez precisa escrever rapidamente.
Não porque ela tem medo de ser apanhada em flagrante, mas porque o acesso à rede é proibitivamente caro. Uma hora de Internet custa cerca de 6 dólares, o equivalente a 15 dias de salário para um trabalhador cubano médio.
Blogueiros independentes como Sanchez tem de criar seus sites em servidores fora de Cuba e têm mais leitores fora do país do que dentro dele. Isso não surpreende, já que apenas 200 mil cubanos, ou menos de dois por cento da população, têm acesso à Web, o menor índice na América Latina, de acordo com a União Internacional de Telecomunicações.
Apenas funcionários do governo, professores, universitários e pesquisadores estão autorizados a manter contas próprias de Internet, fornecidas pelo governo. O restante dos cubanos só podem manter contas de email, às quais têm acesso nas agências dos correios, onde também podem visitar sites cubanos. O acesso ao restante da rede, no entanto, é proibido para eles.
Para os blogueiros independentes de Cuba, as dificuldades de acesso podem significar intervalos de dias, semanas ou até meses entre notas publicadas.
O governo culpa o embargo comercial norte-americano pela situação, porque ele impede que o país tenha acesso a cabos submarinos de fibras ópticas que correm a apenas 20 quilômetros de seu território, e em lugar deles depende de caras conexões via satélite para se conectar à rede de países como o Brasil, Chile e Canadá.
Mas os críticos alegam que isso é apenas um pretexto para que as autoridades mantenham controle sobre a Internet. Fonte: Reuters, 11/10/2007
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domingo, 7 de outubro de 2007
Jornalista lança em São Paulo livro-denúncia sobre a revolução quilombola
A Editora Artpress está convidando o público paulisano para o lançamento do livro “A Revolução Quilombola - Guerra racial, confisco agrário e urbano, coletivismo” do jornalista Nelson Ramos Barretto, do Movimento Paz no Campo, de São Paulo, a realizar-se no dia 18 de outubro (quinta-feira), a partir das 19:30h, no Saraiva Mega Store do Shopping Ibirapuera, localizado na Av. Ibirapuera, 3103, Moema, São Paulo/SP. Tel. (11) 3501 3974.
Nelson Barretto decidiu escrever seu trabalho depois de participar do Forum Empresarial do Agronegócio, promovido pela CNA em Brasília, em março de 2007, onde ficou pasmo com os depoimentos de proprietários de várias regiões espoliados pelo INCRA. Na ocasião ficou sabendo que o governo Lula tem um singular plano de desapropriar 30 milhões de hectares para assentar “quilombolas”.
Estudando o tema, Barretto resolveu percorrer algumas das regiões atingidas nos estados do Espírito Santo e Santa Catarina, bem como na cidade do Rio de Janeiro. Os depoimentos colhidos, agregados aos estudos feitos, conduziu o Autor a uma sinistra conclusão: existe no Brasil uma sorrateira mas bem articulada revolução, que se serve da bandeira da luta racial para derrubar um dos pilares da civilização cristã, o direito de propriedade. O quilombismo poderá facilmente degenerar numa fonte de conflitos raciais sem fim, desorganizar o agronegócio e criar dentro do Brasil uma imensa área de terras coletivizadas, como em Cuba e na China.
O jornalista Nelson Barretto é representante do Movimento Paz no Campo, com sede em São Paulo. Para escrever seu livro, inspirou-se no pensamento do líder católico Plínio Correa de Oliveira, conhecido pela sua luta em defesa dos valores básicos da civilização cristã: a tradição, a família e a propriedade.
A tese e os fatos narrados no livro têm tudo para impactar o leitor. Em 120 páginas, uma reportagem objetiva, com documentação inédita e relatos dramáticos. Uma leitura imperdível, para quem quiser se informar de um fenômeno que rasga escrituras seculares, lesa direitos adquiridos e atropela a própria Constituição.
O livro pode ser adquirido pela web no site: http://livro-quilombola.blogspot.com
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quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Tribunais raciais na UnB?
Como se sabe, o racismo é um fator de destruição da unidade nacional, gerador de conflitos intermináveis e responsável pela morte de milhares de vítimas inocentes. Basta lembrar a Guerra de Secessão, conhecida como a Guerra Civil dos Estados Unidos, na qual, desde 1861 a 1865, mais de 600.000 pessoas perderam a vida. Ou da Alemanha nazista.
Ignorando as amargas lições da História, o governo Lula teima em açular a guerra de classes e de raças, desprezando nosso belo Brasil miscegenado e multicolor e fazendo uma dilaceração entre negros e brancos que nunca existiu entre nós.
Alinhada com o governo atual, a Universidade Nacional de Brasília é um destes focos de incentivo à divisão do Brasil entre negros e brancos, o famigerado "cotismo", irmão gêmeo do "quilombismo". Até aonde tal politica nos conduzirá?
Repassamos o comentário de Reinaldo Azevedo que, em seu blog, mostra o caminho sinistro que a UnB está trilhando no assunto das cotas para negros na instituição.
Comissão racial na UnB? Como na Alemanha nazista...
A Universidade de Brasília decidiu mudar o critério para decidir quem é e quem não é negro entre aqueles que pretendem ingressar na UnB por meio de cotas. Antes, como vocês sabem, tudo dependia de uma foto tirada pelo candidato. Um funcionário da instituição olhava e decidia: “Este é afrodescendente, aquele não”. Parece piada. Mas era assim.Nunca subestimem a capacidade de os racialistas brasileiros corrigirem uma bobagem com outra, quem sabe ainda maior. Agora, a coisa não mais será feita com uma fotografia. O candidato se declara negro, inscreve-se pelo regime de cotas e faz o vestibular. Se fizer os pontos mínimos, uma “comissão” da UnB vai entrevistá-lo e decidir se ele é ou não um afrodescendente.É uma piada grotesca, um despautério. Este grupo da UnB encontra correlato nas comissões raciais da Alemanha nazista. Ouvido pelo Jornal Nacional, o reitor Timothy Mulholland afirmou que, sabem.., qualquer processo que tenha a intervenção humana é “imperfeito”.A Universidade de Brasília está se tornando notável por reunir o que há de pior no pensamento da esquerda brasileira — isso na hipótese benevolente de que possa haver um “melhor”. Não se esqueçam de que é lá que viceja o tal “Direito Achado na Rua”, uma corrente segundo a qual o objetivo da Justiça é corrigir as injustiças levando em consideração... a luta de classes.
Blog de Reinaldo de Azevedo: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
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terça-feira, 2 de outubro de 2007
Governador do Piauí (PT) autoriza invasão de manifestantes no Palácio Karnak
Em Teresina, cerca de 100 "sem-teto" tentaram invadir o Palácio da Cidade, sede do governo municipal e invadiram o Palácio de Karnak, sede do governo estadual, para cobrar a execução de moradias que foram prometidas. Os sem-teto quebraram a porta de entrada da Prefeitura e quando forçaram a entrada no Karnak, atrapalharam solenidade presidida pelo governador Wellington Dias (PT).
Munidos de faixas, cartazes e gritando “governador, cadê você, viemos aqui para resolver”, eles foram barrados pelos seguranças do Palácio de Karnak, mas logo em seguida o governador Wellington Dias autorizou a entrada dos manifestantes.
Houve princípio de tumulto na frente do Palácio da Cidade, sede da prefeitura. O prefeito Sílvio Mendes (PSDB) não estava lá. A porta frontal foi fechada, e os manifestantes chutaram e quebraram a parte de baixo dela.
Em Recife, os manifestantes entraram em confronto com a polícia quase em frente do Palácio do Governo. A PM usou bombas de efeito moral, spray de pimenta e tiros de bala de borracha. Um manifestante foi detido, cinco PMs e três sem-teto ficaram feridos e três carros foram danificados a pedradas.
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo, 02/10/2007 e www.cidadeverde.com
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Bolsa Família vira "moeda" em comércio
Em pelo menos 15 cidades, comerciantes retêm dos seus clientes o cartão do benefício como garantia de pagamento de débitos. Lojistas recebem senha e fazem o saque em bancos; esquema, considerado criminoso, é investigado pela CGU e Polícia Federal.
Cartões do programa Bolsa Família estão substituindo as cadernetas de dívidas em lojas e mercados de pequenas cidades do país. Comerciantes têm retido os cartões de beneficiários do programa e os utilizado como garantia para o pagamento de débitos ou de prestações nos estabelecimentos.
Em 15 cidades de 10 Estados
A prática já foi detectada em pelo menos 15 cidades de dez Estados. Em agosto, a proprietária de uma loja no interior do Pará foi presa sob acusação de reter cartões.
O esquema funciona da seguinte maneira: um beneficiário do Bolsa Família, em dívida com o proprietário de um estabelecimento, deixa o cartão do programa e a senha com o comerciante para quem deve. Ao final de cada mês, o próprio comerciante é quem saca o benefício em uma instituição bancária ou no posto de recebimento. O valor retirado é informalmente descontado da quantia em débito.
Em uma variante da prática, um cliente, ao fazer uma compra em prestações, entrega o cartão e senha ao lojista como garantia de que irá honrar as parcelas seguintes. Os dois modelos são considerados crime.
Recebem o benefício famílias com filhos de até 16 anos incompletos e com renda mensal de até R$ 120 por pessoa. O número de filhos e a renda determina o valor do pagamento. A média é de R$ 72 por mês. O programa atende a mais de 11 milhões de famílias.
Comerciante paraense tinha 54 cartões
Em Concórdia do Pará (PA), cidade de 24 mil habitantes, uma comerciante foi encontrada com 54 cartões de beneficiários do programa há um mês, segundo o Ministério Público do Estado. Ela chegou a ser presa e deve responder processo por crime de apropriação indébita, que prevê pena de um a quatro anos de reclusão.
Em Barra do Garças (MT), o proprietário de um restaurante reteve cartões de índios xavantes para quitar dívidas, segundo uma investigação da Polícia Federal. Além de documentos do Bolsa Família, também foram apreendidos em março no local cartões de previdência. O suspeito deve responder processo por estelionato.
Entre as cidades onde o problema foi detectado, Rancharia (504 km de SP) tem o maior número de estabelecimentos que se beneficiaram da prática. Lojas de móveis e de confecções retinham cartões do programa como garantia para o pagamento de prestações.
Em Cruz das Almas, na Bahia, o dono de uma padaria suspeito de reter cartões disse aos fiscais que "a prática é comum" na região.
Fonte: Felipe Bachtold, Jornal "Folha de São Paulo", 01/10/2007
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domingo, 30 de setembro de 2007
Tristeza e indignação dominam ato em homenagem às vítimas do avião da Gol
Em Brasília, familiares das vítimas do acidente com o Boeing da Gol fazem ato contra a impunidade, no Parque da Cidade - Foto: Roosewelt Pinheiro/Abr
Para a presidente da associação, Angelita de Marchi, que perdeu o marido Plínio Luiz Siqueira Júnior no acidente, a data de um ano do acidente traz um duplo sentimento. “Temos muita tristeza e também muita indignação”, declarou Angelita.
“Há um ano estamos acompanhando a pouca movimentação do governo para esclarecer o acidente, apoiar os familiares e trazer uma resposta que amenize um pouquinho da dor que a gente sente”, disse ela.
As principais reclamações foram sintetizadas numa carta aberta distribuída durante o evento. No documento, os representantes dos 154 mortos no desastre reclamaram do fato de até hoje não terem sido recebidos pelo presidente Lula. “Somos cidadãos, eleitores e temos direito a ser tratados com dignidade. Temos direito a informações claras, precisas e apoio dos órgãos submetidos ao seu comando”, afirmou o texto.
A denúncia do suposto furto de pertences das vítimas resgatados do local do acidente foi um dos pontos centrais da carta. A associação criticou a afirmação do ministro Tarso Genro de que ele só tomou conhecimento do caso por meio da imprensa. “Essa questão, senhor ministro, era o último item da lista que entregamos a Vossa Excelência, que não se dignou a ler, nem mesmo, nossa solicitação. São meses sem seu apoio prometido, sem qualquer outra resposta sua”, ressaltou o documento.
Os familiares e amigos das vítimas alegam não terem recebido resposta do brigadeiro Jorge Kersul Filho, do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa) da Aeronáutica, sobre a condução do caso. “Denunciamos a pilhagem e, até hoje, não sabemos se há uma investigação sobre isso”, afirmou. Eles se queixam ainda de que Kersul descumpriu a promessa feita em depoimento à CPI do Apagão Aéreo no Senado de receber os representantes da associação.
O comunicado comemorou ainda a saída de Denise Abreu do quadro de diretores da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). “Não esquecemos suas palavras, mas agradecemos às autoridades ou forças que a fizeram renunciar”, citou o documento. Segundo a associação, a ex-diretora da Anac foi grosseira com os parentes das vítimas durante a busca dos corpos, ao afirmar que não era possível esperar que alguém fosse encontrado vivo.
O texto não chegou a defender o desligamento do presidente da Anac, Milton Zuanazzi, mas afirmou que os cidadãos têm “direito a querer ou não a sua representatividade [de Zuanazzi] na agência”. A associação manifestou ainda discordância com o relatório da CPI do Apagão Aéreo na Câmara dos Deputados, que eximiu a Anac de qualquer responsabilidade pela crise no setor. (Agência Brasil, 29/09/2007)
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domingo, 23 de setembro de 2007
A nota do PSDB de repúdio a Chávez
Segue nota divulgada pela liderança do PSDB com uma resposta ao ataque vagabundo de Chávez ao Congresso brasileiro e com a informação de que os tucanos devem votar contra o ingresso na Venezuela no Mercosul.
A Liderança do PSDB no Senado repele a nova investida do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, contra o Congresso Nacional. Não adianta ele pressionar com esse discurso atrasado e com esse cacoete de insultar parlamentares para forçar a aprovação do ingresso do seu país no Mercosul. Este não é o Parlamento da Venezuela, que ele conseguiu subjugar, eliminando toda e qualquer oposição. O Parlamento brasileiro é livre e soberano para votar quando e como entender melhor. E, a depender do PSDB, a Venezuela de Chávez não terá o ingresso aprovado. Há, para isso, razões legais, políticas, econômicas e éticas. Em marcha batida rumo a um regime ditatorial, o Governo de Chávez não preenche o requisito da cláusula democrática do Tratado do Mercosul. E este não pode servir de palco para as diatribes de Chávez contra os Estados Unidos da América, que devem ser vistos como importante parceiro econômico. O PSDB fará, pois, o possível e o impossível para impedir a aprovação do ingresso da Venezuela no Mercosul!
Brasília, 21 de setembro de 2007
Senador Arthur Virgílio
Líder do PSDB no Senado
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
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domingo, 16 de setembro de 2007
"Fora Renan!"- Protesto contra absolvição de Renan

Em São Paulo, um protesto contra a absolvição do senador Renan Calheiros ganhou apoio de numerosos passantes e motoristas ontem à tarde, 15 de setembro, na Avenida Paulista, em frente ao prédio da Fiesp. O protesto foi organizado pelas comunidades de relacionamento "Movimento Grande Vaia" e "Movimento Popular Independente".
Cerca de 200 pessoas, segundo estimativas da Polícia Militar, seguravam cartazes com os dizeres "Ética Já", "Vergonha" e "Fora Renan". Os manifestantes circulavam entre os carros parados no semáforo para distribuir panfletos e abordavam os passantes para pedir assinaturas a um apelo para que as votações no Senado não sejam secretas. A idéia do protesto começou a ser divulgada na quarta-feira, pela internet, logo após o presidente do Senado ter sido absolvido.
Um folheto do "Movimento Grande Vaia", explicava os objetivos da comunidade e sublinhava que “oposição se faz com articulação, com fiscalização, com pressão sobre nossos representantes e pela formação de uma opinião pública atuante, determinada e consciente de que a cidadania é uma prática diária e constante. Declarando-se “um movimento de oposição ao governo Lula e ao PT" o folheto também remetia ao site da comunidade (www.movimentograndevaia.com).
Segundo um dos organizadores do Movimento "Grande Vaia", Mário Arone, o grupo surgiu há cerca de dois meses por meio de uma comunidade da web após o acidente com o Airbus da TAM, em 17 de julho. Por sua vez, um dos organizadores do “Movimento Popular Independente”, Wagner Marins, informou que a coleta de assinaturas corria muito bem, 80% das passantes abordados assinavam a petição que já estava com 14.300 assinaturas.
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